Manter em sua empresa uma boa equipe de profissionais eficientes e motivados não é muito diferente do que fazem os clubes de futebol – para exigir amor à camisa ofereça alguns benefícios em troca. Por: Rafael Cichini
Não é novidade que a rotatividade dos profissionais de internet é alta. E qual seria o real motivo deste vai-e-vem do mercado? O aspecto financeiro motiva a saída de um profissional. O ambiente da alta rotatividade dentro da empresa também, o que não é novidade. A grande questão é como reduzir o êxodo em massa da sua empresa ou até praticamente zerar este fenômeno.
Com o mercado aquecido, as propostas de contratação aparecem para os bons profissionais e poucos fatores podem fazer um profissional desistir da sua saída. Isso mesmo, desistir, pois sabemos que o mercado funciona na maioria das vezes desta forma: antes de comunicar a saída, o profissional comunica a proposta recebida para, possivelmente, receber uma contra-proposta ainda mais motivadora. Leia mais »
Nunca tivemos tantas ferramentas e tecnologias disponíveis para realizar o marketing digital dos nossos clientes. A questão é garantir que sejam eficientes e bem usadas. Por: Maira Costa
Entregar um hotsite de produto em Flash em 1999 era uma grande vitória e com muito pouco virava case de sucesso. Ter um formulário de cadastro era o suficiente até para se pensar em iniciar um programa de CRM. O restante da formula era simples: newsletter e compra de mídia online adaptada do offline.
Pois é, os tempos são outros. Isso já faz quase dez anos e recentemente confessei para um amigo o seguinte: “Eu não entro mais nos sites em Flash que me enviam. Se tem loading eu já fecho a janela e, quando eu resolvo ver o site, fica a sensação de reprise. Eu não quero postar um vídeo, adicionar o link ao meu Facebook, ou ligar a câmera do meu note. Talvez eu só queira uma informação corriqueira e não queira “ficar interagindo com a marca”. Cheguei ao meu limite quando entrei no site de uma agência em que eu simplesmente não conseguia navegar: o site me pedia freneticamente para conectar uma câmera e um microfone no meu notebook e não me dava outra opção de navegação. Fechei a janela.
Daí que essa situação corriqueira me fez lembrar de um “mestre” do marketing de relacionamento com o qual trabalhei que sempre dizia: “Lesson 1 – o cliente não está a fim de se relacionar com você…” Leia mais »
O pessoal de criação se divide em dois grandes grupos: aqueles que não conseguem produzir sem trilha sonora e os que preferem mil vezes o silêncio, para que a música não atrapalhe a concentração. Como é com você? Por: Rodrigo Strada
Desde pequeno, aprendi que a música e a criação podem caminhar juntas. Lembro de ter ganho o LP “A Arca de Noé”, de Vinícius de Moraes, quando eu tinha quatro anos. Eu ouvia e montava minha própria arca fazendo altas colagens e diagramações esdrúxulas com os elementos que vinham nele. Na época de escola, perdi a conta de quantas folhas de caderno gastei tentando copiar os logotipos e ilustrações das bandas que mais gostava. Maldito Eddie…
E continua assim até hoje. Faço da música meu instrumento principal de criação. Não consigo imaginar uma peça ou um conceito sem que a música interfira diretamente na solução. Leia mais »